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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Vivo instalará dez telefones públicos com acesso à internet

Vivo instalará dez telefones públicos com acesso à internet


Atualmente, há cerca de 52 mil telefones públicos em São Paulo. Embora eles já façam parte da paisagem da cidade, fica a pergunta: “Com a multiplicação dos celulares e smartphones, que função eles terão?” Algumas iniciativas podem indicar uma resposta.

A função “telefone” ainda existe








A empresa de telefonia Vivo vai cuidar da instalação de um protótipo de orelhão com tela de cristal líquido, câmera de 1.2 megapixel e acesso à internet. Com isso será possível realizar videochamadas, enviar mensagens SMS e navegar na rede. O projeto, que ainda conta com sinal de wi-fi, foi desenvolvido pelo CPqD.
A intenção do projeto é transformar o telefone público em uma central multimídia de serviços. Até o final da etapa de desenvolvimento, por exemplo, poderão ser acopladas funções como 3G e leitura de bilhetes únicos e cartões de vale alimentação.
Desde agosto há uma unidade funcionando na sede da Vivo. Até o final de 2012 serão instaladas mais dez em pontos a serem decididos. Por enquanto, os aparelhos não estão em fase de produção.
Segundo dados da IDC, mais de 27 milhões de aparelhos celulares foram vendidos no Brasil no primeiro semestre de 2012. Desses, 25% eram smartphones. Isso representa um aumento de 77% em relação ao mesmo período do ano passado. A tendência é que até 2015 a maioria das vendas seja de aparelhos com acesso à internet e outros benefícios.
Esses dados são tão significativos quanto os divulgados pela Anatel que mostravam existir mais aparelhos celulares do que pessoas no país. Projetos como este e o do arquiteto nova-iorquino podem mudar o futuro dos orelhões?

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Você reconhece esta obra?



MASP

Museu de Arte de São Paulo



Seu acervo é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN desde 1969 e possui atualmente cerca de 8 mil peças, dentre as quais se des- tacam pinturas ocidentais, principalmente italianas e francesas. Do século XIII aos dias de hoje, pode-se apreciar Rafael, Mantegna e Botticceli da escola italiana e Delacroix, Renoir, Monet, Cèzanne, Picasso, Modigliani, Toulouse Lau trec, Van Gogh, Matisse e Chagall da chamada Escola de Paris. O edifício sede do museu, com 11 mil metros quadrados divididos em cinco pavimentos e com um vão livre de 74 metros, é um ícone da cidade de São Paulo. Em 1982 foi tombado pelo CONDEPHA- AT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado.
Leitura
A Biblioteca e o Centro de Documentação do MASP guardam, preservam, organizam e divulgam todo o material bibliográfico, iconográfico e histórico existente na instituição. Possuem um acervo especializado em artes. É preciso fazer agendamento para usar o material da entidade. A instituição também promove leitura dramática.
Música e Teatro
O Grande Auditório do MASP recebe, todos os meses, uma variada programação de artes cênicas. Confira o Projeto Letras em Cena, leituras dramáticas que acontecem todas as segundas-feiras, além de espetáculos de
dança e teatro gratuitos.
Todas as semanas, os auditórios do MASP, em parceria com a ArtInvest, apresentam espetáculos musicais, como apresentações de Orquestras Sinfônicas, concertos variados e recitais, entre outros gêneros.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

SeedBombs são bombas que geram vida




Seed Bomb 
é sem dúvida um dos projetos mais criativos já criados para reflorestar áreas devastadas. Desenvolvido pelos designers Hwang Jin Wook, Jeon You Ho, Han Kuk Il e Kim Ji Myung o Seed Bomb é um conceito de “bombas” feitas em plástico biodegradável que ao serem lançadas soltam cápsulas com sementes para recuperar áreas degradadas.


Cada cápsula possui um solo artificial contendo as sementes. Ao “bombardear” o solo a cápsula se prende ao terreno e mantém a planta viva até que a umidade produzida por ela derreta o plástico e a planta consiga se fixar no solo. Com uma “arma” destas ao nosso alcance, poderíamos transformar grandes áreas devastadas em lindas paisagens.


Aprenda a fazer uma “bomba” de sementes:


Por que não utilizar o mesmo conceito em lugares que estão a nossa volta?


Ingredientes:


  • Argila
  • Composto orgânico
  • Sementes de sua escolha.
Mais do que admirar projetos inovadores e revolucionários como as bombas ecológicas caseiras, é o espírito sustentável de cada um, aliado a atitude e vontade de transformar o local em que vivemos que conta. Que tal juntar os amigos e familiares e até ensinarmos as crianças a prepararem de maneira divertida, nossas próprias armas de transformação positiva?

Terrenos baldios, praças abandonadas e canteiros esquecidos poderiam virar verdadeiras áreas verdes com uma biodiversidade incrível, pensando nisso, o site Planet Green desenvolveu uma receita que pode ser preparada em casa para fazer a sua bomba de sementes.
Preparo: Para cada 5 partes de argila, deve-se misturar uma de composto orgânico e uma de sementes. Mitsture oss ingredientes e adicione água aos poucos até a mistura ficar homogênea. Por fim, basta apertar bem a massa que se formou, molda-la em pequenas bolinhas e deixar secar no sol por algumas horas até que a argila endureça.
Mais: Planet Green

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Então, o que exatamente a internet fazendo com nossos cérebros?


10 coisas que a internet está mudando no seu cérebro


Você sabe qual o efeito da internet no nosso cérebro? Na era digital, a tecnologia está modificando alguns hábitos dos seres humanos



Crédito: Shutterstock.com



A tecnologia modifica cada vez mais o nosso cotidiano. Seja na maneira de estudar ou na forma de aprender, tudo que está conectado com a internet faz parte da nossa rotina. Porém, alguns cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, começaram a notar que a internet não tem servido apenas para satisfazer as curiosidades dos nossos cérebros, mas também reestruturá-los. Então, o que exatamente a internet fazendo com nossos cérebros? Confira as 10 mudanças que a internet está fazendo com o seu cérebro:


 1. Memória

A internet representa o nosso disco rígido externo. Ela agora faz o papel da memória; nós não temos mais que lembrar números de telefone ou endereços. Precisamos apenas pegar as informações no nosso e-mail ou procurar no Google.


 2. Aprendizagem

Com a internet, as crianças estão aprendendo de forma diferente. Você se lembra de todas as suas aulas de história que exigiam a memorização de datas, nomes e pequenos detalhes? As crianças não fazem mais isso. Com as bibliotecas online a memorização já não é uma parte necessária na educação. Oseducadores estão começando a entender que a informação está chegando cada vez mais rápido, e a memorização de certos fatos desperdiça o poder do cérebro de manter informações mais importantes.


3. Atenção

Alguma vez você já atualizou seu Facebook enquanto ouvia música e mandava mensagens de texto? Se isso acontece com frequência você já experimentou o fenômeno da atenção parcial e o seu impacto sobre o cérebro. O que ainda não se descobriu sobre a atenção parcial é se ela não passa de uma distração ou uma adaptação do cérebro para o fluxo constante de estímulos.


 4. Pesquisas

As pessoas estão ficando cada vez melhores na busca de informações. Embora não possamos lembrar de tudo, estamos melhorando a capacidade de encontrar as informações que precisamos. Isso acontece porque os recursos intelectuais usados para reter fatos e informações já está se adaptando às novas tecnologias e se tornando altamente qualificado em lembrar onde se pode encontrar as coisas.


 5. Aumento do Q.I

Na era da tecnologia, jogos, vídeos e redes sociais o grande questionamento dos pesquisadores é: as novas tecnologias estão deixando os nossos cérebros mais esquecidos? Pelo contrário, depois do surgimento de novas tecnologias como Twitter, Facebook e Google, estamos ficando mais espertos e adquirindo novas habilidades. O QI está aumentando ao longo do tempo.


 6. Concentração

Com a quantidade de informações em pouco tempo, a nossa concentração está sofrendo. Está cada vez mais difícil fazer uma leitura profunda sem usar a internet ou mexer no celular. Nosso tempo online é tão grande que quando paramos para fazer uma leitura mais complexa o cérebro se desinteressa e não se concentra na atividade.


 7. Relevância

Com tanta informação disponível na internet, os cérebros já estão se adaptando a seleção de conteúdo por relevância. Cabe aos leitores e consumidores de informações determinar o que é relevante e confiável. Com a prática os cérebros estão ficando cada vez melhores nessa tarefa.


 8. Vício

O ser humano está cada vez mais fisicamente viciado em tecnologia. Mesmo depois de desligar, muitos usuários da internet sentem desejo pela a estimulação recebida dos gadgets. E a necessidade de estar conectado é crescente.


 9. Distração

Em vez de se concentrar em tarefas importantes ou pesquisar informações para uma boa utilização, o cérebro está distraído com e-mails, redes sociais, e outras tentações da internet.


10. Pensamento criativo

Alguns especialistas acreditam que a memorização é fundamental para a criatividade, só que com a perda da memória o pensamento criativo fica comprometido. Embora a criatividade tenha aumentado com o uso da tecnologia, o pensamento criativo deve ser feito de novas e diferentes maneiras.

fonte: Universia

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O poder da massa


O poder da massa


Com o dinheiro de milhares de desconhecidos, projetos que pareciam impossíveis estão saindo do papel. O segredo: os financiadores não querem lucrar - entram nessa pela ideia e pelo ideal


Você provavelmente já conhece essa história: cansados de serem ignorados por bandas internacionais, alguns cariocas resolveram juntar dinheiro (entre pessoas que não se conheciam, mas gostavam do mesmo som) e convidar atrações gringas para tocar na cidade. Nascia o Queremos, um site de financiamento coletivo: um tipo de vaquinha virtual feita por apoiadores de uma mesma ideia.

A novidade é que esse tipo de financiamento, o crowdfunding, também tem funcionado para criar empresas. Vários produtos, inclusive, se tornaram realidade com a ajuda do financiamento coletivo. Um dos mais famosos é uma alça que transforma o iPod Nano em relógio - o sujeito que teve a ideia recebeu doações de dezenas de milhares de pessoas para desenvolver a pulseira. E acabou com quase US$ 1 milhão no bolso. Outro criou um dock bonitão de iPhone feito em alumínio. Recebeu US$ 1,4 milhão.

Quem faz a coleta de dinheiro para esse tipo de projeto são especialistas em financiamento coletivo. Sites como o IndieGoGo e o RocketHub ajudam pessoas do mundo todo a pedir dinheiro para desenvolver suas ideias. Só em 2011, o Kickstarter, um dos principais portais de crowdfunding, registrou 27 mil projetos, ajudados por 30,5 milhões de pessoas (veja mais no gráfico ao lado). No Brasil, a movimentação ainda está começando, tocada por sites como o Incentivador, o Catarse e o próprio Queremos - por eles e pela torcida do Palmeiras, que tentou usar o crowdfunding para trazer o meia Wesley (a vaquinha não deu certo). Mas o que não falta são casos que deram.

UMA CIDADE FINANCIADA
Imaginamos uma metrópole construída com fundos coletivos. Seríamos mais politizados e teríamos cervejas melhores

Cervejarias artesanais As microcervejarias fazem parte de um dos setores mais ativos do crowdfunding. Elas oferecem produtos com uma aura de exclusividade, de produção caseira e cuidadosa. E tanta singularidade não custa caro: no Kickstarter, um projeto que pretendia construir uma cervejaria artesanal arrecadou US$ 40 mil.

Arte nas paredes
Em um mundo financiado, não faltariam projetos que misturam arte e ativismo social. Em Londres, um grupo de artistas resolveu transformar um muro em galeria. Juntaram US$ 33 mil. Para tentar diminuir a violência e unir a comunidade, um grupo queria pintar as paredes da cidade mexicana de Puebla. Conseguiram US$ 30 mil.

Protestos nas ruas
Só no Kickstarter, são quase 100 projetos relacionados ao movimento Occupy. Jornais, revistas, filmes e livros dedicados a registrar as ocupações ao redor do mundo. Os ativistas também pedem dinheiro para fazer placas e cartazes. Já conseguiram verba até para bonecos gigantes, que foram usados durante uma performance em Nova York.

Espaços verdes Outra onda no mundo do crowdfunding é aumentar os espaços verdes em centros urbanos. Com US$ 23 mil, um pes-soal do Brooklyn, em Nova York, construiu uma horta de 4 mil m² no topo de um prédio. Com US$ 27 mil, dois amigos transformaram um caminhão em estufa e viajaram o país dando aulas de agricultura.

Produtos sustentáveis Nas lojas de roupa desta cidade "crowd financiada", as coleções são pensadas para quem quer se vestir sem matar vacas e poluir rios. No mundo real, tem até uma Eden Outfitters, versão verde de uma loja americana chamada Urban Outfitters. No Kickstarter, a segmentação é forte, com roupas para mulheres ciclistas e viciados em beisebol.



NO BRASIL Conheça os projetos mais populares por aqui:

Bandas internacionais Os shows de bandas internacionais (e um pouco desconhecidas) aconteceriam toda semana. O Queremos já trouxe Vampire Weekend, Kings of Convenience e Foster the People. E quem investiu no evento entrou de graça.

Documentários no cinema
Nos cinemas desta cidade, só daria documentário. O gênero tem se beneficiado muito com o crowdfunding. O portal Incentivador ajudou na produção do recém-lançado Raul: o Início, o Fim e o Meio e financiou Cauby: Começaria Tudo Outra Vez.

Música
Aqui é bem mais fácil ter e manter uma banda. Com a ajuda do site Catarse, A Banda Mais Bonita da Cidade financiou cada uma das faixas do primeiro disco. Das 12 músicas cadastradas, 11 receberam a grana suficiente e foram gravadas. O portal só trabalha com projetos culturais ¿ revistas, livros, filmes e discos
.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Tecnologia na Educação





O século XXI está sendo marcado pelo aceleramento da tecnologia eletrônica,
com atenção especial para a informática, o computador e a Internet.


Atualmente, o meio em que vivemos está permeado pelo uso de técnicas
e recursos tecnológicos, fazendo do computador uma ferramenta que vem
auxiliar o processo ensino/aprendizagem nas questões do cotidiano trazidas
até a sala de aula. É muito importante o compromisso do docente e a escola
deve impor-se de questionar e discutir os aspectos da informática dentro da
evolução da sociedade juntando nesse processo as transformações às vezes
não percebíveis.






Os meios de comunicação são verdadeiras “extensões do homem”, devemos
usá-los desde a infância num sentido construtivo. Desde o pré-escolar até o
2º grau, a matéria da comunicação e expressão deveria receber uma ênfase
maior, promovendo o crescimento integral das pessoas de todas as classes
sociais adotando para tanto varias formas de comunicação, tais como as
alternativas, participatória, militante, popular, de resistência e por que não
a folclórica ou tradicional. Através das relações diárias, o ser universal (o
homem) pensa, sente e age a todo instante através das relações sociais de
que fazem parte. É preciso haver uma educação voltada para a cidadania.
As pessoas agem a partir de uma relação de trocas culturais, modificam a si
mesmas, aos outros e à natureza. Interagem o tempo todo.


No mundo inteiro o rádio e a TV e mais recentemente os computadores
passaram a formar parte da bagagem instrumental da chamada Tecnologia
Educativa. O desafio da escola hoje é preparar as crianças para enfrentarem o
mundo do trabalho. Mesmo antes de chegarem a escola, as crianças recebem
informações em suas casas. O educador não pode se neutralizar diante da
forte influência lançada pela mídia, é necessário cuidado. Afinal, informação
não é sinônimo de conhecimento.


É importante que educador e educando aprendam a selecionar as informações
apropriadas, verificando e identificando suas proveniências, quem as criou,
divulgou-as e qual a intenção das mesmas. Informação ou consumismo?
Entretanto, torna-se necessário relacionar teoria e prática para que possamos
perceber nos mais diversos meios das tecnologias a importância de
avançarmos enquanto educadores e educandos.
Dessa forma, o uso da tecnologia vem proporcionar a todos uma nova forma de
pensar e de transformar diante desse novo mundo globalizado.

Por: Karen Chaiane Dalapossa