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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Bienal do Livro de São Paulo


ENTRE 09/08/2012 E 19/08/2012
A Bienal do Livro de São Paulo chega a sua 22ª edição em 2012 e reúne cerca de 400 expositores entre os dias 09 e 19 de agosto, noPavilhão de Exposições do Anhembi, distribuídos em uma área de 30 mil m2.

Com curadoria de Antonio Carlos de Moraes Sartini, diretor-executivo do Museu da Língua Portuguesa; e dos jornalistas Paulo Markun e Zeca Camargo, o evento concentra as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país. Uma boa opção para quem gosta de literatura e quer conhecer novos livros ou comprar bons títulos por um bom preço.
Com a expectativa de um público de 800 mil pessoas, a Bienal homenageia os autores Jorge Amado e Nelson Rodrigues, que completariam cem anos se estivessem vivos, e a Semana de Arte Moderna de 1922, que completa 90 anos em 2012.
Além disso, foram escolhidos sete temas que dividem e ajudam a organizar as ações culturais da feira que incluem palestras e bate-papos entre o público e os profissionais. Os temas são Criança, Jovem, Educação, Gourmet, Negócios e Telas e Palcos.

INFORMAÇÕES

  • Datas: 9 a 19 de Agosto de 2012
  • Horários: das 10h às 22h
  • Preços: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia)

ONDE
ESPAÇO PARA EVENTOS

Pavilhão de exposições Anhembi

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Como mudar os nossos padrões repetitivos e negativos


MUDAR DE VIDA, HOJE MESMO

  Muitos dos nossos problemas residem em hábitos estabelecidos e dos quais não temos geralmente consciência. Eles dão origem a comportamentos, atitudes e escolhas que repetimos rotineiramente. Chamam-se padrões.

  Alguns desses padrões são positivos mas muitos outros impedem-nos de usufruir de uma vida melhor. Quando cometemos repetidamente certos erros devido aos tais padrões inconscientes isso significa que, bem lá no fundo, nós acreditamos que, insistindo nos mesmos, conseguiremos algum dia atingir os nossos fins. E nós insistimos porque sofremos daquilo que Freud chamou de "compulsão de repetição", a qual chega a ser, segundo ele,"mais forte que a vontade de viver e mais forte que o medo de morrer".

  E então surge a decepção quando verificamos que os nossos padrões de comportamento inconscientes não nos levam onde queremos. Na verdade, nós tornamo-nos escravos desses padrões porque eles são motivados pela esperança otimista de que algum dia resultarão.

  Você não imagina quantas pessoas talentosas e cheias de potencialidades ficam longe de realizar os seus sonhos por causa desses resultados sistematicamente improdutivos. Muitas pessoas queixam-se da má sorte ou do mundo cruel que não as impedem de ter sucesso na vida (pessoal, profissional, etc.).
  Ora a verdade é que é vulgar verificarmos que o problema está na própria pessoa que está a cometer os mesmos erros sistematicamente. É como estar 2 ou 3 anos a responder a anúncios para arranjar um novo emprego. Está bem de ver que 2 ou 3 anos a responder a anúncios são mais que suficientes para concluirmos que esse não é o caminho. Este é um bom exemplo de um padrão e de como insistimos nele esperançosamente. E, entretanto, o tempo passa e as coisas provavelmente pioram.

  Ora, frequentemente, uma qualquer mudança na nossa vida (como arranjar um emprego) só é possível quando quebramos alguns dos nossos padrões de comportamento. O segredo está em aproveitarmos a energia que os anima. Temos de repensar, de fazer uma auto-psicanálise para descobrirmos onde estamos a errar ou onde está o obstáculo que nos impede de seguir para uma nova etapa com sucesso.

  Em conclusão: nós precisamos deixar  de seguir determinados padrões e adquirir hábitos saudáveis para termos uma vida bem sucedida. Mas quando cometemos certos erros com alguma frequencia ou nos sentimos infelizes com a nossa vida talvez precisemos de mudar alguns padrões. O psicanalista Dr Farrell Silverberg, de Filadélfia (Estados Unidos) criou uma fórmula que nos pode ajudar a quebrar os tais padrões improdutivos.
Diz ele que o processo é:

1º -Descobrirmos os padrões que nos conduzem a erros ou insucessos que se repetem com alguma insistência.

2º -Analisá-los e compreender como se formaram e funcionam.

3º -Fase da mudança: quebrar os padrões que nos impedem de avançar e adotar outros mais produtivos.

4º -Mexermos no nosso estilo de vida para defendermo-nos de cair nos padrões de comportamento anteriores.

  Será preciso alguma coragem para mudarmos os nossos padrões? Talvez. Mas o mais importante é querer mudar e passarmos à ação. Sem adiar para amanhã (adiar para amanhã é um padrão de comportamento que afeta muita gente).
Nelson S Lima Prof. de Neurociências e Inteligência Multifocal - Universidade Unifuturo, Paraíba (Brasil)

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Crianças que se exercitam tiram notas mais altas



Crianças que se exercitam tiram notas mais altas, diz estudo





Crianças que se exercitam mais --seja no intervalo entre as aulas, no caminho para a escola ou em aulas de educação física-- tendem a apresentar melhor desempenho escolar, segundo uma pesquisa publicada na revista "Archives of Pediatric & Adolescent Medicine", dos Estados Unidos.
O estudo, feito por pesquisadores da Universidade Vrije, de Amsterdam, analisou 14 pesquisas realizadas nos EUA, Canadá e Africa do Sul que compararam a atividade física dos estudantes com seus desempenhos em provas de matemática, linguagem, raciocínio lógico e memória.
SXC
Estudo analisou desempenho em matemática, linguagem, raciocínio lógico e memória de crianças que se exercitam
Estudo analisou desempenho em matemática, linguagem, raciocínio lógico e memória de crianças que se exercitam
A maior pesquisa envolveu 12 mil crianças e adolescentes americanos entre 12 e 18, que foram acompanhados por até dois anos.
Uma das pesquisadoras, Amika Sing, disse que as escolas deveriam priorizar os tanto exercícios quanto os aspectos acadêmicos e que as famílias poderiam ter a mesma atitude em casa.
"Pode ser ir para a escola de bicicleta... Qualquer tipo de atividade física que você pode imaginar. Não significa apenas a aula padrão de educação física.", disse Singh. Ela sugere que, na sala de aula, sejam feitos intervalos a cada meia hora, para as crianças se levantarem e fazerem algo.

Dentre os 14 estudos analisados, dez eram observacionais: os pesquisadores faziam perguntas aos pais, professores e aos próprios estudantes sobre seu grau de atividade e depois seguiam-nos por um tempo --de alguns meses a alguns anos-- para acompanhar seu desempenho acadêmico.

Nos outro quatro estudos, um grupo de crianças ganhava um tempo extra para aulas de educação física e prática de exercícios e tinha seus resultados em testes comparados com os de um grupo de crianças que não tinha ganhado esse tempo a mais.
Quando os pesquisadores perguntaram aos estudantes quanto tempo eles passavam se exercitando, descobriram que aqueles que se exercitavam mais iam melhor na sala de aula.
Em um dos estudos dos Estados Unidos, alunos que tiveram 90 minutos extra de atividade física por semana foram melhor em testes de soletração, leitura e matemática, além de terem ganhado menos peso nos três anos seguintes.



Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque crianças se comportam e se concentram melhor quando se exercitam, ou porque a atividade aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro e melhora o humor de quem a pratica.

Os autores lembram que, como poucas pesquisas de alta qualidade metodológica exploraram a relação entre atividade física e desempenho acadêmico, mais estudos do gênero são necessários para entender os efeitos do exercício no desempenho escolar.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

10 dicas para incentivar o seu filho a ler


ALFABETIZAÇÃO


10 dicas para incentivar o seu filho a ler



Conheça atividades simples - e baratas! - que podem transformar seu filho em um pequeno grande leitor




Educar

Foto: Dreamstime
Foto: Leitura desde cedo: incentive seu filho a ter amor pelos livros
Leitura desde cedo: incentive seu filho a ter amor pelos livro

"Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava em um outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro." O relato é de Lygia Bojunga. Quando criança, ela fazia do livro um brinquedo. Já adulta, transformou-se em uma das principais escritoras brasileiras de livros infantis. A história de Lygia ilustra e comprova a teoria de que o contato com os livros desde cedo é importante para incentivar o gosto pela literatura.

Os benefícios da leitura são amplamente conhecidos. Quem lê adquire cultura, passa a escrever melhor, tem mais senso crítico, amplia o vocabulário e tem melhor desempenho escolar, dentre muitas outras vantagens. Por isso, é importante ler e ter contato com obras literárias desde os primeiros meses de vida. Mas como fazer com que crianças em fase de alfabetização se interessem pelos livros? É verdade que, em meio a brinquedos cada vez mais lúdicos e cheios de recursos tecnológicos, essa não é uma tarefa fácil. Mas pequenas ações podem fazer a diferença.

"O comportamento da família influencia diretamente os hábitos da criança. Se os pais leem muito, a tendência natural é que a criança também adquira o gosto pelos livros", afirma Rosane Lunardelli, doutora em Estudos da Linguagem e professora Universidade Estadual de Londrina (UEL). A família tem o papel, portanto de mostrar para a criança que a leitura é uma atividade prazerosa, e não apenas uma obrigação, algo que deve ser feito porque foi pedido na escola, por exemplo. "As crianças precisam ser encantadas pela leitura", diz Lucinea Rezende, doutora em Educação e também professora da UEL.

Para seduzir pela leitura, há diversas atividades que os pais e outros familiares podem colocar em prática com a criança e, assim, fazer do ato de ler um momento divertido. No período da alfabetização - antes dela e um pouco depois também -, especialistas sugerem que se misture a leitura com brincadeira, fazendo, por exemplo, representações da história lida, incentivando a criança a criar os próprios livros e pedindo que a criança ilustre uma história. "Para encantar as crianças pequenas, é essencial brincar com o livro", recomenda Maria Afonsina Matos, coordenadora do Centro de Estudos da Leitura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Maria Afonsina também dá uma dica: nunca reclame dos preços dos livros diante do seu filho. "O livro precisa ser valorizado", diz ela.

Leia a seguir dicas para transformar o seu filho em fase de alfabetização em um pequeno grande leitor: