quarta-feira, 12 de setembro de 2012

As 10 brincadeiras de rua quase extintas


As 10 brincadeiras de rua quase extintas


As brincadeiras de rua mais populares pela geração dos anos 80 e 90 estão quase extintas. Hoje, com os jogos eletrônicos e a insegurança das grandes cidades, elas estão esquecidas.  Por isso, vamos relembrá-las, para quem sabe  após ler esse post você organizar um grupo para jogar taco ou stop com os amigos na rua.

Jogo da verdade ou consequência

Bastava surgir alguma fofoca para esta brincadeira entrar em evidência. Era polêmica pura na rua. São poucos os que admitem, mas o interesse maior era na consequência que quase sempre era um selinho no menino (ou menina) mais bonito (a) da turma, não é?

Stop
O jogo era o favorito nas tardes ociosas, lembra? Bastavam duas pessoas, uma folha de caderno, lápis e pronto estava “armada” a pequena competição. A brincadeira também conhecida como “uestópe” ou “adedanha”, é um jogo onde desenha-se uma tabela em um papel para cada jogador. Cada coluna recebe o nome de uma categoria de palavras como animais, automóveis, nomes, cores, minha sogra é etc. Cada linha representa uma rodada, onde é feito um sorteio para decidir qual letra do abecedário irá valer para preencher as categorias.

Polícia e Ladrão
Corrida frenética, bandidos na prissão e não vale guardar caixão. Essa era a evolução do pega-pega.

Pega-Pega

Esta brincadeira consiste em uma das crianças ser o “pegador”. A pessoa que ela tocar primeiro e pegar, será a próxima a ser o próximo “Pegador”. Tem também o “pique”, onde quem está fugindo pode tocar e ficar protegido de ser pego. A brincadeira só termina quando todas as crianças forem pegas.

Cabra-cega

Forma- se uma roda e uma criança é escolhida para fica vendada no centro de todos. Ela gira três vezes e tenta pegar alguém que está na roda. Quando, a criança que estiver vendada, descobrir quem é a criança que ela pegou e dizer seu nome, essa passa a ser a próxima a ser vendada.

Esconde-esconde

Uma criança é escolhida por sorteio, ela se vira para uma parede, conta até trinta e as outras vão se escondendo.Ela tem que encontrar as crianças e correr até a parede e bater dizendo o nome da criança que ela encontrou. A primeira que ela encontrar será a próxima que vai procurar as outras. Nessa mesma parede é o pique, o local onde crianças que não foram encontradas podem bater um, dois, três e ficar livre de ser a próxima a ter que procurar quem se esconde.

Queimada
Divididos em dois times, grandes grupos de crianças suam a camisa (correndo o tempo todo) com o objetivo de eliminar os adversários com boladas e fugir das tentativas deles de eliminá-los.

Taco

Vamos ver se consigo explicar a brincadeira, é assim: no jogo as equipes são formadas por 2 integrantes cada, ficando um de cada equipe junto a “cela”. Enquanto uma equipe está com o taco, a outra fica com a bola. O objetivo do jogo é cruzar (ou bater) os tacos, a equipe que bater os tacos na quantidade pré-estabelecida primeiro ganha o jogo, mas para isso tem que rebater a bola arremessada pela equipe adversária ,que tem o objetivo de derrubar a cela. Quando a cela é derrubada a equipe que está com a bola passa a ficar com o taco. Lembrou?

Rouba Bandeira

O jogo funciona assim: cada equipe coloca a sua bandeira no centro da linha de fundo do campo adversário. O objetivo é recuperar a bandeira sem ser tocado. Quem for pego fica parado no lugar até que um colega de equipe se arrisque a salvá-lo. Para isso, basta tocá-lo. Assim, ele fica livre para voltar ao jogo.
Amarelinha

A amarelinha é uma das brincadeiras de rua mais tradicionais do Brasil. Talvez seja pelo fato de a brincadeira ser tão fácil (e divertida) de brincar. Não são precisos aparelhos ou acessórios caros. Dá para pular dentro de casa, no quintal, na rua, na escola… Basta usar o chão, ter algo para desenhar o riscado e um objeto pequeno para marcar as “casas”. A pedra é lançada na primeira casa e o jogador deve percorrer o trajeto do traçado pulando, evitando o quadrado onde a pedra caiu. A sequência se repete enquanto a pedra avança de casa em casa e o grau de dificuldade aumenta.

fonte: maisestudo

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